Month: August 2021

Proposta de trabalho (em Lisboa)

Encontrei esta proposta de trabalho..

“A Infinity Games é um publisher e developer dedicada ao desenvolvimento de jogos para Android e iOS. Procuras desenvolver jogos em Unity e gostarias de trabalhar numa empresa portuguesa, com um ambiente de trabalho descontraído, um forte espírito de equipa e que a cada segundo que passa tem dezenas de milhar de jogadores colados nos seus jogos?

Skills necessárias:
Domínio Sénior de Unity em ambiente 2D/3D;
Domínio Sénior de C# e Javascript;
Bons conhecimentos de Álgebra e Cálculo;
Domínio absoluto de Inglês, tanto oral como escrito.

Skills valorizadas:
Experiência com o Desenvolvimento de Puzzles;
Experiência com Shaders
Familiaridade com XCode e Android Studio;
Experiência com integração de Third-Party SDKs;
Capacidades de problem-solving e dedução;
Boa comunicação e espírito de equipa.

O que irás fazer e o que esperamos de ti:
Desenvolvimento de novos jogos dentro da plataforma Unity para iOS e Android;
Criação de novas funcionalidades em jogos já existentes;
Implementação de SDK’s de anúncios, atribuição e outros;

Para te candidatares a esta vaga, envia a tua carta de apresentação e CV com a referência “unity-relax” para support@infinitygames.io”

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Proposta de trabalho (em Lisboa)

Senior Game Designer
“Miniclip is looking for a Senior Game Designer to hire in our Lisbon (Portugal) Games Development Studio. This is a full-time position.
This is a fantastic opportunity to develop your free-to-play design career in mobile help bring new titles to market, and work on highly successful live games at a leading mobile studio that’s just 10 minutes from the beach!
Duties
Your Primary Responsibilities Will Include
Work with the team to design and craft gameplay experiences and game features that deliver strong player engagement, virality, retention, and monetisation.
Work with the team to create and craft game content to delight players, and devise & balance meta-game economies to maximise game performance.
Write, review and give feedback on game/feature design documents, builds, and game roadmap plans.
Participate as a key member of the product team across the product life-cycle, working on new titles, games in production, and live titles, proposing high-impact updates to our existing portfolio of games.
Help identify and deconstruct new markets and opportunities, expanding the portfolio of the company and staying in the cutting edge of the mobile gaming industry.
Collaborate with other designers to improve overall output, and support the team in growing & developing their design capabilities.
Assist with reviewing, scheduling & prioritising design team workload.

Skills & Experience
We are looking for a social, hard-working person who enjoys working in a team, and is passionate about games, and mobile free-to-play. The ideal candidate will be articulate, proactive & energetic, with the following attributes
Significant experience designing successful free-to-play published titles, preferably on mobile.
Experience across the product life cycle, from prototyping, through production, to updating a live free-to-play game.
Strong knowledge of the mobile & social game space, with exceptional understanding of current design techniques to deliver excellent engagement, retention, and monetisation.
Highly numerate, with experience designing virtual currencies and managing in-game economies.
Experience with reviewing game analytics, designing AB tests, and producing insights based on data to make better informed design decisions.
Strong grasp of mobile user-experience design, and ability to consider & empathise with many different types of players.
Mature judgment, able to balance between innovation and setting reasonable goals.
Collaborative & effective communicator, with an ability to work with multinational teams, with a variety of cultural backgrounds.
A hard worker, with drive, initiative, and ability to self-manage effectively.
Highly organised, with a track-record of guiding & advising others (some management experience is ideal).
Ability to compromise and prioritise appropriately to deliver to tight deadlines.
Additional Information

You will be working in our fashionable, open plan studio in Lisbon with enthusiasts and professionals from the games industry. We like to maintain a very friendly and relaxed atmosphere, with regular team building and social events. We understand that being tied to a desk all day is not fun and that’s why there is a games area and fridge with complimentary drinks and fruit for all staff.”

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12 minutes um videojogo por Luís Amado

Já há algum tempo que tenho acompanhado este projeto que há umas semanas saiu para o mercado o videojogo “12 minutes” que é da responsabilidade de um português de nome Luís Amado. É um videojogo indie que teve chegou aos mundos dos grandes, consola Xbox e na Steam.

Este é o texto de um entrevista feita por Rui Pereira:

“Existem muitos portugueses talentosos ligados à indústria dos videojogos espalhados pelo mundo, em alguns dos estúdios mais conceituados. Mas o percurso de Luís António coloca-o entre os mais experientes. Depois de terminar o seu curso na Faculdade de Belas Artes não encontrou em Portugal oportunidades para entrar na indústria dos videojogos e partiu para o estrangeiro à procura do seu sonho. Passaram-se quase 20 anos desde então, e no seu currículo consta a passagem por editoras como a Rockstar Games e a Ubisoft (de artista principal a diretor de arte), estando envolvido em jogos como capítulos de Grand Theft Auto, Manhunt 2 e outros.
Depois de construir um currículo ligado a jogos AAA, Luís António abraçou a indústria indie e foi trabalhar com Jonathan Blow na produção de The Witness. Mas o sonho do designer português era lançar o seu próprio jogo, e desde há muitos anos que vem trabalhando num projeto pessoal, em forma de hobby, até chamar a atenção da imprensa internacional e um contrato com a Annapurna Interactive. Twelve Minutes está na cabeça de Luís António há mais de 10 anos e prepara-se para ser lançado no PC e Xbox no próximo dia 19 de agosto.

O produtor português contou como foi a sua jornada no desenvolvimento do seu primeiro jogo, as ideias e inspirações, e as dificuldades encontradas no seu percurso e a contratação de nomes sonantes de Hollywood para dar vida às suas personagens. Mas deixa uma certeza: se Twelve Minutes tiver sucesso, ao ponto de poder financiar o seu próximo jogo, o designer pretende regressar a Portugal para criar o seu próprio estúdio e dar o seu contributo à indústria de videojogos nacional.

Relembrando as origens de Twelve Minutes, Luís António refere que “já tenho a ideia há algum tempo para fazer um jogo baseado em “time loops”, a experiência de acumulação de conhecimento e fazer um jogo sobre o assunto. Quando trabalhei em outros estúdios tentei arranjar pessoas para trabalhar comigo, sobretudo no tempo livre, mas ninguém estava interessado”.

O projeto foi sendo cozinhado na sua cabeça durante anos, mas depois que se mudou para a Califórnia e começou a trabalhar no The Witness com o Jonathan Blow, abriram-se os horizontes da sua produção. “Conheci uma comunidade de developers que aprendem a programar e fazem os seus próprios jogos. E comecei a programar e a fazer um protótipo no tempo livre, que foi crescendo”. A partir daí foi um processo muito gradual, sem grandes saltos diretos, começando por procurar financiamento para continuar a seu trabalho a tempo inteiro.

Sobre o financiamento, Luís António diz que é um processo que dá trabalho, pois não tinha ideias iniciais de se dedicar a Twelve Minutes. Começou a fazer o protótipo enquanto trabalhava em full time no The Witness, e o plano era acabar o jogo e começar logo outro de seguida. Encarou o financiamento como algo descomprometido: se alguma editora estivesse interessada em financiar o jogo, este seguiria em frente, caso contrário não o faria, e continuaria como estava. “Falei durante um ano com muitas editoras, desde a Nintendo, PlayStation, Microsoft, mas tinha de ser alguém que me desse a liberdade e o controlo criativo”.

O português salienta que o seu ex-patrão Jonhatan Blow lhe deu bastante apoio, recebendo feedback para melhorar o protótipo. “Em 2015 eu tinha o protótipo pronto para experimentar, fui à Pax East, em Boston, e obtive um grande feedback dos jornalistas de sites internacionais de renome e do público em geral”. A partir daí as editoras começaram a mostrar mais interesse. “O Jonhatan Blow ajudou-me a garantir que eu não assinava nada até ter um jogo com os problemas de design resolvidos”. Luís António explicando que, por norma, quando se assina com a primeira editora que aparece, e depois surgem mais coisas no jogo, mudanças nos níveis ou outros problemas, a pressão do tempo e do dinheiro investido tornam a produção mais complicada. “Recebi muita ajuda, devido à minha falta de experiência, para não cair em nenhuma armadilha”.

Questionado sob a ideia e há quanto tempo está a trabalhar em Twelve Minutes, Luís António refere que a ideia em si, o “time loop” está a ser cozinhado há 10/15 anos, ainda estava na Rockstar Games. “Estávamos a acabar o Manhunt 2 e íamos começar outro jogo. Tínhamos a oportunidade de fazer um novo título original, e estávamos a discutir os projetos. E todos podiam fazer um “pitch” com ideias. Como tínhamos o motor de Grand Theft Auto, uma cidade inteira simulada, propus uma ideia de alguém estar a viver um “time loop”.

A sua proposta foi rejeitada, algo que aconteceu depois também na Ubisoft, embora a sua ideia tivesse sido reduzida, mais próxima da escala do atual do conceito de Twelve Minutes. “Apenas comecei a explorar mais profundamente o conceito quando me mudei para a Califórnia”. Quanto mais trabalhava no conceito, mas o jogo ficava reduzido em termos de espaço, “porque é impossível seguir os acontecimentos em loop numa cidade, pela complexidade de opções”.

O conceito de “time loop” já foi aplicado em outros videojogos como Legend of Zelda: Majora’s Mask e Outer Wilds, assim como em filmes como o Dia da Marmota (Groundhog Day) com Bill Murray, Edge of Tomorrow com Tom Cruise ou Memento de Christopher Nolan. Apesar dos filmes referidos terem sido inspiração para Twelve Minutes, nos videojogos o designer português foi buscar aos clássicos antigos, como Prince of Persia e Alone in the Dark, pelo seu tom cinematográfico. Nunca se sabe o que se está a passar e a personagem tenta descobrir. “No Prince of Persia morre-se e volta-se ao início do nível. Se tu e a personagem estiverem em sintonia, se esta tiver noção que está a repetir o nível mais uma vez, o que iria acontecer? Não é só o jogador que sabe que está a repetir o nível mais uma vez, mas também a personagem”.

Explicando o conceito da aventura, o jogo tem um ciclo em que o jogador controla o homem que chega a casa no fim do dia e é recebido pela esposa que preparou uma surpresa especial. Depois de começarem o seu serão, aparece um polícia que bate à porta, acusando a mulher de matar o seu pai. Desencadeia-se uma luta, o jogador leva um murro e desmaia e acorda novamente ao início do dia. “O jogador tem de utilizar o conhecimento prévio para quebrar esse time loop e sair da situação onde se encontra. O jogo passa-se todo num apartamento e é em tempo real, com apenas três personagens durante toda a trama”.

Luís António refere que a escolha de Twelve Minutes para o título aconteceu quando foi à Pax East, e ainda sem nome definido chamava-lhe Canadrum. “Quando vi que o loop demorava pouco mais de Twelve minutos, acabei por o batizar assim”. E o que acontece se o jogador deixar os controlos, o que acontece? “O polícia chega sempre ao fim de três ou quatro minutos em cada loop. O que acontece, caso não toquem nos controlos, é que o polícia chega e ataca e o loop é reiniciado. Ficas num loop constante de quatro ou cinco minutos. Para chegar ao fim dos 12 minutos tem de se resolver, pelo menos, que o polícia não ataque”.

O produtor português esteve a trabalhar sozinho no projeto durante três ou quatro anos, mas quando arranjou a editora, contratou freelancers para fazer as personagens, o apartamento, as animações e outros detalhes. “O projeto tem crescido e diminuído em número de pessoas consoante a fase em que está. Quando fizemos gravações com os atores de motion capture tivemos acesso ao estúdio, à equipa toda, os atores”. Explica que neste momento, até ao lançamento, tem uma equipa de Q&A a jogar extensivamente à procura de bugs, que depois tem de corrigir. Diz que também tem uma equipa de localização, outra para os controlos e adaptação do gamepad e de certificação para a consola.

Apesar dos planos iniciais serem PC e Xbox, outras versões do jogo para a Switch e PlayStation não estão fora dos seus planos. “Se o jogo for um falhanço total e ninguém gostar da experiência, não sei se iremos fazer para outras consolas. Por outro lado, se houver interesse, vamos analisar e ver”.

Twelve Minutes pretende ser acessível a todos
A aventura é jogada com o rato, num sistema point & click, e isso tem um propósito. “cresci com o The Secret of Monkey Island, Day of Tentacle e jogos da Lucas Arts. Sempre gostei de jogar com uma chávena de chá numa mão e o rato na outra, a fazer ações, sem a tensão constante de controlar a personagem e disparar. O Time Loop em si já é stressante, pois a pressão do tempo não é divertida. Por outro lado, este tipo de interface permite diversas ações diferentes, combinar coisas e ter resultados variados.”

O autor diz que queria que o jogo fosse mais acessível, dando o exemplo da esposa e vários amigos que não jogam jogos, sendo o maior problema controlar um gamepad ou segurar o rato e teclado. “Queria que o jogo fosse acessível a toda a gente e point & click funciona muito bem”. O jogo tem uma longevidade entre as 10 e 12 horas, dependendo da experiência dos jogadores em resolver puzzles. “A conclusão não é linear como um filme, mas há um momento em que os jogadores vão sentir que acabaram o jogo, com diversas variações”.

Uma das surpresas de Twelve Minutes foi a contratação de três atores de renome em Hollywood para encarnar as personagens do jogo: Willem Dafoe, Daisy Ridley e James McAvoy. Questionado sobre como surgiu o envolvimento dos atores e a sua contribuição para a narrativa, Luís António salienta que foi uma grande ajuda na credibilidade e marketing do jogo, mas também o enriquecimento das personagens. “O jogo gira à volta destas três personagens, e fazer os jogadores acreditarem nas suas motivações, e nas intenções que têm e as reações ao comportamento. E ter estes atores a interpretar as personagens e os diálogos ajudam a acreditar o que está a acontecer e a ficar mais intenso”.

Mas o plano inicial nem era o jogo oferecer vozes, apenas balões com as linhas de texto. Apenas surgiu a ideia quando o projeto começou a crescer e depois de ter obtido financiamento. A sua parceria com a Anapurma Interactive abriu-lhe portas à componente mais cinematográfica que caracteriza a editora. Primeiro arranjou-se talento local em Los Angeles para fazer uma “table read” para simular as vozes das personagens. “Vimos que a nuance do interesse pelas personagens aumenta. Investigámos se conseguíamos arranjar talento para mostrar que se trata de uma experiência séria e interativa, e trazer esse lado cinematográfico para o jogo”.

Depois foi iniciado o processo de escolher os atores que melhor se enquadrassem no papel das suas três personagens. “O processo de gravar para jogos não é algo fácil: passaram um mês a gravar sempre as mesmas linhas como “vamos comer o jantar, mas tiraste a faca; vamos comer o jantar mais fizeste isto”. É necessário estar confortável com esta repetição constante”.

Toda a história do jogo passa-se num apartamento, através de uma perspetiva aérea. Mas não se vai tornar repetitivo para o jogador? Luís António diz que essa é a questão inicial antes de se jogar Twelve Minutes. “Mas num jogo onde controlas o que se altera é muito importante ter uma estabilidade que possas controlar. Existe um prazer em saber que certas coisas não se alteraram. Por exemplo, o polícia chega e ataca-te, desmaias e acordas. Depois pensas, que podes trancar a porta ou esconder na casa de banho”. O designer explica que saber que as coisas são constantes e que as variáveis do conhecimento aumentam a cada loop, abrem-se possibilidades de coisas que se podem fazer e experimentar, sem que os jogadores fiquem perdidos nas suas possibilidades.

Para Luís António, aquilo que representa a grande mudança é na personagem principal, pois tudo o que o jogador faz tem impacto no mesmo, e ele reage a isso. E o progresso é o seu comportamento.

O mediatismo nacional e internacional
Desde que começou a ser mostrado nos eventos da Xbox, Twelve Minutes ganhou reconhecimento tanto ao nível nacional, como internacional. Mas terá esse mediatismo alterado o seu desenvolvimento? “Se dividisse o jogo em capítulos, diria que o capítulo final mudou bastante. O que aconteceu foi que havia esta ideia original, começou a ser expandida e quando os atores chegaram houve esta humanidade que foi dada às personagens, é que nos apercebemos que mudou muito a situação”.

Neste momento o designer tem alguns amigos developers a jogar e a enviar feedback que vai ser implementado ou corrigido no jogo. “Estes últimos dois anos foram essencialmente para polir a experiência, para que flua de forma mais natural”. Ao ser o designer e programador do jogo, Luís António diz que consegue fazer as alterações necessárias rapidamente.

Luís António diz que não estava à espera que o jogo tivesse tanta atenção, mas mantém os pés assentes na terra: o seu objetivo é que Twelve Minutes venda o suficiente para poder fazer outro jogo, independentemente da sua escala. “Os primeiros anos do Twelve Minutes foi basicamente ter dois trabalhos, trabalhar no The Witness de manhã e no meu jogo à noite. E não quero ter mais dois trabalhos durante muitos mais anos”.

Diz que durante muito tempo era apenas o único a trabalhar no jogo, mas conforme foi crescendo, as expetativas também e já recebeu comparações com o Inside da Playdead, que designer diz que teve um orçamento gigante para cinco ou seis anos de produção com uma equipa de 10 pessoas. “Isto é um jogo muito pequenino e estou um pouco preocupado que as pessoas estejam à espera de algo AAA porque temos os atores e mais exposição. Quero que as pessoas que jogarem o jogo sintam que tenha valido a pena o tempo que gastaram nele. Independentemente das expetativas, pegares no jogo e sentires que foi fixe, que gostes dele”.

O possível regresso a Portugal
Questionado sobre o que sabe da indústria dos videojogos em Portugal e se tem mantido contacto com developers portugueses, a sua resposta é afirmativa. “Sai de Portugal porque não existia na altura uma indústria de videojogos, há cerca de 20 anos”. Confessa que algo que gostava de fazer depois de Twelve Minutes, caso este tenha algum sucesso, era abrir um estúdio m Portugal. No entanto, gosta da sua liberdade de decisão e caso abrisse o estúdio, metade seriam pessoas com quem já trabalhou, sejam americanos ou canadianos. “Iria querer utilizar os contactos internacionais que tenho e que permitiram que este jogo chegasse onde chegou”.

O designer considera que Portugal tem uma indústria de deveopers muito forte e pessoas talentosas. “Só acho é que não exista financiamento para jogos portugueses. Se quiseres fazer um jogo para telemóveis que seja viciante, existe financiamento, mas se quiseres fazer um jogo de time loop como o Twelve Minutes, não há. E no estrangeiro existe muito mais abertura para estes projetos.

Referindo-se à sua ligação com Portugal, Luís António foi o único da família que emigrou e por isso regressa muitas vezes ao país para a visitar. “Os meus filhos nasceram na Califórnia, nos Estados Unidos, mas têm cidadania portuguesa. A minha esposa é canadiana do Quebec e fala francês. Não sinto nenhuma raiz nos Estados Unidos, pois o sistema de saúde e de educação deixa um pouco a desejar, não é algo que desejo para o crescimento das minhas crianças”.

Por isso, embora não tenha planos, gostava de fazer algo em Portugal, “sou português e gostava de dar algo à comunidade de volta”. São planos que estão no ar, dependendo do sucesso de Twelve Minutes e outras propostas que possam surgir no futuro.

Twelve Minutes chega esta quinta-feira dia 19 de agosto ao PC e consolas Xbox, com lançamento gratuito para subscritores do serviço Game Pass.”

+infos(fonte): LINK

+infos(o jogo, na Steam): https://store.steampowered.com/app/1097200/Twelve_Minutes/

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Mighty 2D Game Dev Assets Bundle (uma campanha)

Com uma contribuição desde 1 euro até 15 euros.. vão de 5 a 31 produtos, que são assets completos para um estilo de videojogo, ou para vários, nos formatos PNG até alguns que incluem o ficheiro editável SVG.

+infos(a campanha): LINK

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Exportar cultura… um negócio com grandes números

Ficou disponivel um relatório acerca do mercado/desenvolvimento por parte dos estúdios na Finlândia, e os números são impressionantes. Mesmo em 2020 com tudo o que se passou no mundo eles chegam aos patamares dos biliões.. e com recurso a cerca de 30% de mão de obra de fora do país.

+infos(oficial): https://www.playfinland.fi/

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Oferta de trabalho

Encontrei esta proposta de trabalho..

“// PROCURAMOS PROGRAMADOR COM SKILLS DE GAME DESIGN //
Somos um grupo de jovens criadores teatrais e vamos criar um pequeno videojogo para PC a partir de um conceito que, futuramente, irá ser trabalhado numa peça teatral. Para tal, procuramos agora um programador com skills de game design para criar e implementar este jogo. Queremos encontrar alguém que, para além de executar, colabore no processo de concretizar o conceito num formato e na linguagem de videojogo.
Disponibilidade imediata;Extensão do período de trabalho a definir (cerca de 1 a 2 meses);Trabalho remunerado.
Aos interessados pedimos que enviem CV e/ou portefólio, e/ou links de trabalhos anteriores (podem ser projectos académicos), para: ritadelgado7@hotmail.com.
Estamos disponíveis para responder a qualquer questão não mencionada no anúncio.”

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A ler..

Estão no mercado dois livros acerca dos jogos de ZX Spectrum:
A Guide to ZX Spectrum Games – 1982 to 1984 por Shaun McClure
A Guide to ZX Spectrum Games – 1985 to 1986 por Shaun McClure

devem ser uma delícia de ser lidos :)

+infos(loja): LINK

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Prémios Playstation talents – 7ª edição

Estão abertas as candidaturas aos prémios Playstation Talents em Portugal. Podem candidatar-se:
pequenos estúdios,
estudantes universitários,
jovens programadores
e empresas portuguesas que tenham facturado menos de 100.000€ em 2020.

Todos os candidatos deverão apresentar uma equipa de projecto composta por, pelo menos, três tipos de perfis: game designer, programador e artista.

Os prémios são atribuídos para:
Categoria Principal
Prémio PlayStation®Talents para Melhor jogo;

Categorias Secundárias
Prémio PlayStation®Talents para Jogo mais Inovador;
Prémio PlayStation®Talents para Melhor Arte;
Prémio PlayStation®Talents para Melhor Utilização das Plataformas PlayStation®;
Prémio PlayStation®Talents para Melhor Jogo Infantil;
Prémio PlayStation®Talents da Imprensa;
Prémio PlayStation®Talents para Melhor Jogo de Competição Online;
Prémio PlayStation®Talents para Melhor Narrativa;

e na Categorias Especiais
Prémio PlayStation®Talents Especial Games for Good

As candidaturas terão de ser enviadas para o endereço de e-mail premiosplaystation@premiosplaystation.com até às 23h59 do próximo dia 30 de Setembro e deverão incluir:
Uma build jogável/vertical slice;
Um vídeo de apresentação do jogo, com um máximo de 5 minutos de duração;
O documento de Concept Design (em formato PDF, sem limite de páginas);
Os CVs dos membros da equipa.

O prémio para o Melhor jogo recebe:
10.000€ em dinheiro para o desenvolvimento do videojogo;
A publicação do jogo na PlayStation Network;
Acesso a ferramentas de desenvolvimento PlayStation;
Uma campanha de promoção e marketing em canais PlayStation avaliada em 50.000€;
Espaço físico em Lisboa para trabalhar no projecto durante 10 meses.

+infos(oficial): http://premiosplaystation.com/

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Um livro para recordar

Não sei se algum destes tempos próximos vou ter tempo, mas gostava de um dia voltar atrás e experimentar novamente o assembly e programar para esta maquina deliciosa que foi o Spectrum! Este é um livro que ajuda a começar, com o título de Spectrum Machine Language for the Absolute Beginner, editado por William Tang.
Esta é uma nova edição de 2020, sendo que encontra por aí versão de PDF de 1982 :)

+infos(loja): LINK

 

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Free assets no Creative Trio

Encontrei esta referencia, Creative Trio, um website, com alguns assets desenvolvidos para serem usados em videojogos e outros sistemas. Fica aqui o registo desta referência.

+infos(blog): https://creativetrio.art/

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Workshops online, grátis!

A Pan-European Game Information (PEGI) vai dinamizar em setembro dois workshops com uma duração aproximada de uma hora:
16 September @ 2pm -PEGI 101
23 September @ 2pm – The PEGI Labelling and Advertising Guidelines

com o objetivo de:
“a general session on the how, what, when, who, and especially the why of PEGI, followed by a session for PR & Marketing people, with a particular focus on the PEGI Labelling and Advertising Guidelines. Each session will last an hour, with time for Q&A”

Para quem não sabe a PEGI ajuda a catalogar os videojogos na Europa, nomeadamente ajudando a identificar quais as idades apropriadas para serem jogados!

+infos(formulário de inscrição): LINK

+infos(PEGI, oficial): https://pegi.info/

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Procuram-se developers de jogos que não o foram!

A malta do Bitmap books anda à procura de videojogos que foram desenvolvidos e que não foram disponibilizados no mercado. Preferencialmente querem entrevistar game developers para que estes lhes possam contar a(s) história(s) sobre o que se passou :) para isso basta enviar-lhes um email para hello@bitmapbooks.co.uk

Aproveito este post, para identificar que um dos próximos livros (fevereiro/2022) que vai ser disponibilizado no mercado tem como titulo: “Go Straight: The Ultimate Guide to Side-Scrolling Beat ’Em Ups”

 

Proposta de trabalho (em Lisboa)

A malta do OnTop anda à procura de programadores!

+infos(página oficial): https://www.ontopstudios.com/

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Campanha a decorrer…

Está a decorrer no kickstarter um campanha interessante parar apoiar a “construção” de um documentário em formato de vídeo, sobre a história da industria dos videojogos em Espanha :)
É sempre interessante apoiar e ter acesso a este tipo de informação.

Apesar de estar em espanhol, a apresentação e os vídeos, existe o compromisso de que vai haver uma legenda em inglês :)

+infos(a campanha): LINK

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games press

Um site interessante para verificar o que as editoras andam a dizer dos seus jogos ou perceber o que está a ser publicado :)

+infos(oficial): LINK

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Life Is A Game: The inspirational success story of a legendary game developer (livro)

Encontrei esta referência que me parece ser bastante interessante: “Life Is A Game: The inspirational success story of a legendary game developer” por Mev Dinc. Mev Dinc foi/é um game developer nos anos 80 e seguintes e que decidiu partilhar as suas histórias e aventuras neste negócio com a comunidade.

Pretendo ler este livro, mas o preço está a variar entre os 39euros e os 24euros, vamos ver como fica nos próximos tempos.

+infos(loja): LINK

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mestrado em Desenvolvimento de Jogos Digitais

Vai decorrer no próximo ano letivo a primeira edição do mestrado em Desenvolvimento de Jogos Digitais, na Universidade de Aveiro, em Portugal. De acordo com as informações o site este mestrado no final os participantes vão ter as seguintes competências:
Capacidade de analisar requisitos e investigação de utilizadores (gamers);
Compreender as mecânicas e dinâmicas inerentes ao Jogos Digitais;
Conceber e desenvolver (programar) jogos digitais em contextos de Investigação académica e para o mercado nacional /internacional;
Conhecer as principais tecnologias e paradigmas tecnológicos subjacentes às aplicações multimédia de Jogos Digitais;
Compreender e aplicar conceitos e teorias das ciências da computação ao contexto dos Jogos Digitais;
Capacidade em desenvolver processos de avaliação da experiência do jogo;
Capacidade de investigar problemas e conceitos teóricos na área dos Jogos Digitais.

Do programa consta:
no primeiro ano:
Computação Visual
Conceção e Desenvolvimento de Jogos
Projeto de Jogo 2D
Opção 1
Opção 2
Modelação e Animação 3D
Narrativas de Jogos e Desenvolvimento
Projeto de Jogo 3D
Opção 3
Opção 4
e no segundo ano:
Metodologias de Apoio a Projeto/Dissertação/Estágio
Opção 5
Dissertação / Projeto / Estágio

não consegui perceber qual o horário do mesmo, apenas tem a indicação que é no horário laboral!

+infos(oficial): https://www.ua.pt/pt/curso/513

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Referências para a linguagem C++

Algumas referências que encontrei para aprender e aprofundar o conhecimento em C++:
Learn X in Y minutes – LINK
C++ Tutorial 2021, vídeo – LINK
C++ reference – LINK
C++ language documentation, pela Microsoft – LINK
Competitive Programmer’s Handbook, um livro grátis – LINK

Livros:
A Tour of C++ (C++ In-Depth Series) 2nd Edition
C++ Concurrency in Action 2nd Edition
Programming: Principles and Practice Using C++ (2nd Edition)

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